terça-feira, 23 de setembro de 2008

Perdi minha verdade
Na Luz de um farol apagado
No vôo de um pássaro morto
Antes eu era luz
Brilho de rosas e neve
Terra molhada, fruta no pomar
Era algodão e alfazema.

Mas a ressaca do mundo
Me fez rocha
Hoje sou lama, areia e pó
Circulo de fogo
Homem sem bandeira.

Como pluma encarnada no vento
não tenho rumo, nem força
Mas levo o Rubro onde for!

2 comentários:

Anônimo disse...

Érico!
obrigado pelos elogios lá no resmungos!
permita-me também tão liberta sinceridade: não gostei desse poema, nem de muitos outros que passei os olhos por aqui.
mas isso não quer dizer que sejam ruins, ou que eu seja boa!
está adicionado!

:*

Alex Nascimento disse...

adorei parece algo do tipo ritual da colheita, é clichê, mas sincero, gosto desse mundo, ou do mundo dessas palavras