Meus olhares sempre silenciosos
percorriam tua figura
em busca de uma incoerência altiva
um espasmo de incerteza,
algo que te fizesse fraca.
Te observava enquanto cochilava na banheira,
arrumava o cabelo ou semi-nua lia sentada na varanda.
Certa vez te olhava enquanto tomava café
mexia a colher mirando o nada.
Derrepente esboçou um sorriso com o canto da boca.
Olhei para a direita e percebi,
eras tu que me olhava através do espelho.
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